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Leví Cardozo
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Leví Cardozo
Comentário ·
há 8 anos
Universidade da Bahia cria cota para transgêneros, travestis e ciganos. Qual a sua opinião?
Questões Inteligentes Oab
·
há 8 anos
Tinha me esquecido! Tenho olhos verdes e por isso sofri muito bullying na época de criança!
Sou traumatizado por causa disso de tal forma que nem consigo ir à praia. Então eu mereço cota para loiros, ora!
Aliás sou de família pobre tanto quanto muitos negros, com certeza até pior que muitos.
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Leví Cardozo
Comentário ·
há 8 anos
Universidade da Bahia cria cota para transgêneros, travestis e ciganos. Qual a sua opinião?
Questões Inteligentes Oab
·
há 8 anos
Show de bola!!!!! Vamos fazer cotas para universidades, para empregos públicos, para empregos privados também, cota para pegar fila do banco e cota para fila do supermercado.
Cursos profissionalizantes também, acesso ao cinema e também assento prioritário em transporte público!
Claro, ué! O cara merece ser diferenciado para tudo!!!kkkk
Cômico esse país nosso! Tem que ter cota no congresso.... E no executivo de todos os entes? Tem que ter cota para os ministros e secretários.
Caraca, tinha me esquecido da justiça! Olha, no “ESSE TF” também está precisando de cota...
Sorria, viva as cotas!!!!!
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Leví Cardozo
Comentário ·
há 8 anos
Não há necessidade de contratar advogado para elaborar um contrato
Tatiane Rodrigues Coelho
·
há 8 anos
Resumindo: cada macaco no seu galho.
Tem um vídeo engraçado na internet em que o proprietário de um veículo deixou a chave dentro e travado.
Ao chamar o chaveiro, que cobrou determinado valor, o cliente achou um absurdo de caro e se recusou a pagar.
O chaveiro então pegou a chave, jogou dentro do carro de volta e disse: tudo bem, então o senhor mesmo pode fazer o serviço.
Parabéns pelo artigo.
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Lucas Domingues
Comentário ·
há 9 anos
Comissão do Senado aprova fim da estabilidade para servidores públicos
Camila Vaz
·
há 9 anos
Primeiro que o Senador Relator está muito enganado. Servidor público não é vitalício no cargo, ele é estável. Vitaliciedade é outra coisa, mas vamos lá. A estabilidade existe justamente para compensar o atrito político que existe na cúpula de cada Poder. É uma garantia do servidor, para poder exercer sua função. Já existe na Constituição a avaliação de desempenho durante o estágio probatório. Muita gente não sabe a realidade profissional das repartições públicas. Em muitos casos (felizmente nunca passei nem perto de tais situações), conflitos pessoais se sobrepõem à qualidade do serviço. Teremos avaliação para um servidor que logrou aprovação no concurso, após MUITA dedicação, mas os comissionados, por exemplo, não terão a mesma exigência de desempenho. O pior de tudo, é o povão desinformado batendo palmas sem saber a verdade dos fatos. Mas espera abrir um concurso qualquer aí, geral já deixa seu cinquentinha da inscrição na conta da banca organizadora... Essa avaliação é boa sim, há funcionários que não merecem o cargo que ocupam, mas essa imagem negativa do servidor público TEM que acabar. Hoje em dia, o funcionário público tem a imagem de vilão, de responsável por tudo de ruim que o nosso país viveu, e infelizmente, é fácil para uma parte da classe política atribuir essa culpa para alguém que prestou um concurso, do que tomar para si a responsabilidade que, de ofício, é sua
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Vanessa Santana
Comentário ·
há 9 anos
Advogado que só advoga
Thaiza Vitoria
·
há 9 anos
Não tenho o hábito de me manifestar diante as matérias que são expostas, mas diante de tudo que li preciso dizer algo.
Já adianto que não se trata de lamúrias e choramingações, já me justifico pois atualmente não podemos discordar de algo sem que alguém venha e diga que é discurso de derrotado e vitimista.
É muito fácil julgar os outros por si mesmo, sem levar em consideração a vida de cada um.
Ficar rico, hoje, no Brasil e na advocacia é uma grande ilusão que permeia a vida e o sonho de muitos, mas a realidade, com certeza meus queridos, não é essa.
Vamos lá: Você atende bem o cliente, atenção e prioridade sempre foram suas marcas registradas. Você prevê riscos sim, quase todo advogado faz isso, não é novidade, você inclusive tem 4 pós-graduações, faz curso de inglês para o mestrado, levanta as 5h da manhã, dorme depois das 23h.
Você meu amigo é uma máquina de estudo e trabalho.
(Essa sou eu).
Você dá tudo de si, despacha com Juiz, briga no cartório para que o processo tenha andamento e depois de 10 anos sobrevêm a sentença: R$ 2.000,00 de danos morais para aquele cliente que injustamente teve seu bom nome negativado por uma cobrança indevida do banco.
Resumo da ópera: duas sentenças erradas, duas apelações e no momento um agravo interno.
(Eu tenho um processo assim, e as sentenças irrisórias são recorrentes no Estado do RJ, pergunte a qualquer um que não tenha ligação com Juiz e saberás a verdade).
Portanto, não aceito que ninguém que conseguiu ficar rico ou que esteja tentando, venha dizer que a culpa é única e exclusivamente do advogado.
Vivemos em um sistema de Justiça que está muito distante do cidadão. Se não bastasse, além de lidar com um sistema judicial falido, ainda somos obrigados a lidar com a sociedade que nos detesta e acredita que somos verdadeiros carniceiros de dinheiro.
Portanto, não é tão simples ou tão fácil quanto parece.
Nós, advogados que lidamos com o sofrimento do povo na veia devemos ser mais respeitados.
Chega desses artigos dizendo que o problema somos nós que temos milhões de defeitos, como se quem fica rico tivesse uma fórmula mágica...e isso e aquilo...Essa matéria tem fundo esnobe e como tudo no direito está muito distante da realidade que eu e centenas de advogados enfrentamos...
Se você conseguiu, parabéns, mas saiba que existem aqueles que não conseguem ficar ricos e mesmos assim, são muito competentes...Uauuuu parece mentira? mas não é..Não podemos separar o bom e o mal profissional simplesmente por quanto ele tem na carteira.
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M a Y K e L L P H e L i P
Comentário ·
há 9 anos
Entenda a diferença entre Marketing Multinível e Pirâmide Financeira
M a Y K e L L P H e L i P
·
há 9 anos
Bom dia, Levi Cardoso!
O que é criminoso não é a 'nomenclatura' PIRÂMIDE, isso é apenas um 'nome utilizado pela doutrina' para identificar esquemas que demonstraram uma alta capacidade de fraude. Se você se orientar pelo nome pode ser facilmente enganado. Por exemplo, os esquemas de pirâmides financeiras não se intitulam 'pirâmides', mas sim 'empresas de MMN', por isso deve-se analisar a 'substância do negócio' e não a forma como lhe é apresentado, ok?
Assim, não é o fato de se estruturar em ramificação no formato de uma pirâmide que torna o negócio criminoso. Não é o fato de se organizar em forma de uma pirâmide/rede, compreende? O que torna uma 'rede' ilegal é o fato de não possuir um produto real que sustente o negócio. A indicação de pessoas e o recrutamento é totalmente legal e permitido, desde que a empresa não se sustente como fonte principal de renda apenas esse recrutamento. Pois, não há como simples indicações 'sem uma finalidade concreta de consumo' sustentar um negócio por muito tempo, por décadas, no máximo alguns meses e a 'torre' cai!
É preciso que a empresa tenha uma 'atividade comercial lícita' que sustente o negócio, algo real, realmente consumível e utilizado pelas pessoas no seu dia a dia. Por isso, mencionei no texto as perguntas chaves para diferenciar um esquema criminoso. Por isso, a doutrina tem chamado o MMN de 'Pirâmide do Bem', tem até uma reportagem da Rede Globo sobre o tema, que usam essa expressão. Porque o MMN também acaba por se ramificar em uma 'rede de consultores e vendedores' que se você desenhar em um papel, também ganhará o formato/desenho de uma de uma 'pirâmide, teias ou rede'.
Mas não é o 'desenho, formato, design' que configura um negócio criminoso é o "risco certo e previsível de prejuízo" para aqueles que entram por último, pois, se não há um produto, não há o que vender, se não há o que vender, qual o sentido de recrutarmos pessoas para um negócio que só existe por existir? E aí, qual é o trabalho nesse negócio? depois que se entra, fazemos o que? Apenas indicamos pessoas e mais nada? Não há proveito social nisso, não há uma atividade principal geradora de renda e consumo, e é isso que entrega a fraude.
Assim, a nomenclatura 'pirâmide do bem' é apenas um 'apelido doutrinário' dado pelos juristas, pois, existem peculiaridades entre as duas, mas existem distinções. Não vejo problema em usar esse 'pseudônimo' (por mais que gere um preconceito no ouvinte), o que não pode haver é a 'essência do negócio' não ser legítima de um MMN sólido.
Grande abraço!
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